A maioria das pessoas associa cardiologista a exame de coração, eletrocardiograma, pressão alta. E está certa, só que incompleta. Existe uma vertente da cardiologia que olha para o metabolismo como parte inseparável da saúde cardiovascular, porque, na prática clínica, é exatamente isso que ela é.

Por que coração e metabolismo não podem ser tratados separadamente

Obesidade, resistência à insulina, colesterol alterado e hipertensão não são condições isoladas. Elas compõem o que a medicina chama de risco cardiometabólico, um conjunto de fatores que se retroalimentam. Tratar o peso sem olhar para o coração, ou tratar o coração sem olhar para o metabolismo, é tratar metade do problema.

Foi justamente essa lacuna que me levou, depois de duas décadas de cardiologia clínica, a estruturar um método de acompanhamento que une as duas frentes em uma única avaliação e uma única conduta.

O que muda na prática de uma consulta cardiometabólica

Diferente de uma consulta cardiológica tradicional, o acompanhamento metabólico avalia:

Composição corporal detalhada, não apenas peso na balança, através de bioimpedância que mostra percentual de gordura, massa magra e água corporal.

Risco cardiovascular individualizado, cruzando exames laboratoriais com histórico familiar e hábitos de vida.

Score de saúde metabólica, uma forma objetiva de acompanhar a evolução do paciente ao longo do tratamento, não apenas “como você está se sentindo”.

Por que isso importa mais do que parece

Um paciente pode emagrecer sem melhorar o risco cardiovascular, e isso acontece com mais frequência do que se imagina, principalmente em estratégias de emagrecimento rápido sem acompanhamento médico. O objetivo de um acompanhamento cardiometabólico não é o número na balança isoladamente. É a combinação de menos gordura visceral, melhor perfil lipídico, pressão controlada e metabolismo mais eficiente, tudo monitorado ao mesmo tempo.

Para quem esse tipo de acompanhamento faz mais diferença

Pessoas com histórico de platô em dietas anteriores, casos de resistência à insulina ainda não diagnosticada, histórico familiar de doença cardiovascular, ou que já usam ou consideram usar medicação para emagrecimento e querem fazer isso com segurança e acompanhamento real.

O Que Faz um Cardiologista Metabólico e Por Que Ele Pode Ser a Peça Que Falta no Seu Emagrecimento

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Seguir uma dieta balanceada, prazerosa e sem restrições no longo prazo.

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Se sentir mais confiante e voltar a gostar do que vê no espelho.

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Mais disposição para realizar suas tarefas e aproveitar a vida sem desanimar.

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Balanca-dourado.svg

Realizar o desejo de baixar o peso sem perder o prazer de viver e comer.

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Sociedade Brasileira de Medicina da Obesidade

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Certificação Nacional
2022

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Beneficência Portuguesa
de São Paulo

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Residência em Cardiologia
Clínica 2014 – 2016

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IPEMED SP

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Pós-graduação em Cardiologia Clínica
2010 – 2012

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Faculdade de Medicina
de Petrópolis

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Graduação em Medicina
2001 – 2006